Saída de vento na T12.
Eu não sinto nada vendo você andando de um lado para o outro.
Eli me olha.
Eu não sinto nada vendo você andando de um lado para o outro.
Eu vejo você bashing my head e eu não reajo. Parece que a minha escolha de reação é não resitir. Bashing my head out na cabeça do poço. E eu me habito e resisto no lado direito numa singularidade, no ponto de luz 2D.
Mesmo bashing the head out, não houve conciliação. Foi só uma retribuição. Deixar a retribuição acontecer. Às vezes a retribuição naquela vida era necessária para estarmos nessa, pensando na conciliação. E vou te dizer. Por amor a você mamãe, tudo. Por amor a você mamãe, tudo.
Uma traição, um dizer. Uma ruína. Quem entrega seu próprio clã? Quem entrega seu próprio clã? Por luxúria? Por ganância? Por cobiça? Por status e por poder? Pela riqueza dos portugueses? Pela riqueza dos navegantes? Pela riqueza dos bandeirantes? Para se tornar um deles? Por os olhos ficam gordos ao ver o que eles tem? Que tipo de alma existe dentro do ser desse clã, para ficar tão maravilhado com aquelas estranhezas e novidades que são apresentadas por aquelas pessoas?
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