O que fazer. Como servir? Como gostar do servir? Será que nas outras vidas também trabalhamos? Eu acredito que sim. Estamos sempre trabalhando ou crescendo pelo menos. Tem alguns dizeres espirituais que dizem que muitas entidades trabalham também em outros planos. Trabalham para esse plano. Trabalham.
Eu acredito que a gente consegue se mover do lugar em que a gente tá quando a informação que a gente tem muda num nível muito fundamental. Uma das formas mais clássicas da informação mudar é nós fazermos aquilo que desejamos mudar. Ou seja, dos 25k dias que uma pessoa no começo da vida adulta tem até o dia de sua morte, se ela não vier antes, ela tem 25k repetições. Apesar dos dias serem muito diferentes eles também são muito parecidos. Temos uma quantidade limitada de energia, temos uma quantidade de informação, temos flutuações, temos um tempo que sempre escorre.

Será que o tempo é contínuo, ou é quantizado, também baseado na constante de Planck? Nada como um desenho assim:

E também a velocidade das emoções, ou pelo menos de processar emoções no geral eu acho que é mais lenta do que a de processar pensamentos. Fico pensando se em níveis mais elevados de consciência isso muda.
Você sabe nomear sua emoção desse momento? Medo, vergonha? Alegria? Tristeza? Você sabe se tem mais de uma emoção acontecendo ao mesmo tempo? Se tem talvez um congelamento?

E curioso como a distração da atenção pode fazer a mesma emoção voltar.
Qual seria a explicação espiritual para o TDAH? Seria a pessoa estar nesse plano e estar também com parte da sua atenção em outro plano? Se sim, por que a pessoa não percebe isso, ou será que percebe e isso foi sendo deixado em segundo plano ao longo do crescimento. Se sim, se esse é o caso, por que tem vindo tanta gente com esse tipo de acesso? Para que isso vai servir nessa época? Que transformação está por vir?
O que poderia ser a nossa vida atual em sociedade se essas coisas fossem mais fomentadas e fossem mais desenvolvidas?
Uma parte do corpo que quer sair rápido dessa situação. Em alguns traumas, tem uma parte que fica em choque e outra parte que fica tentando proteger ou tirar a pessoa do trauma e resolver algo, e essa resolução se torna uma camada de cobrança, e aí acontece um loop muito rápido, que é uma situação acaba sendo um gatilho, e aí esse gatilho gera outro gatilho, e é percebido a camada 3, não é percebido nem a interpretação da situação, nem o que acontece após a interpretação, só a terceira camada é percebida.
Que louco né. E pelo Vipassana isso é por causa da nível de atenção que temos sobre o que está acontecendo dentro de nós. Sério faça Vipassana tudo acontece a partir de dentro de nós.. Um avião voando em piloto automático ele voa, mas quem o percebe são as pessoas que estão nele ou o vendo. E se de acordo com o Hélio Couto ele diz que no exercício da dupla fenda retardada, todas as partículas tem consciencia. Então isso significa que as partículas que fazem o avião possuem consciência. E para para pensar nisso o avião existir é somente um diferencial para as pessoas, para os animais, para a Terra, ele é somente um diferencial para as consciências que o observam.
Eu sempre pensei sobre o mundo quântico, que ele só existe quando há um observador, um observador colapsa a função de onde, e determina ou a posição ou a velocidade da partícula.
Pensamento paralelo aqui, se o Vale do Silício não é espiritualizado. Será que ficamos até muito tarde para se nutrir através do cansaço? Voltando. Se o Vale do Silício não é espiritualizado, a que o Vale do Silício está a serviço? Precisamos desperdiçar tantas pessoas fazendo novos meios de pagamento?
Toda a otimização de processos é uma otimização válida? Curioso como as próprias modificações do mundo requerem modificações das pessoas, quer elas concordem com isso ou não. Por exemplo, o marketing nas redes sociais.
Essa espúria e spree toda de pensamento minha também é uma emoção? Noto uma ansiedade em colocar tudo para fora? Será que, de acordo com Vipassana, estou só reagindo?
Engraçado, porque isso tudo que estou escrevendo parece um distanciamento do que está fora e uma apropriação do que está dentro.
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